• Anelise Campoi

Pocket Parks: O que são estes espaços que prometem salvar a vida urbana em um futuro próximo?





Em vista da atual situação da arquitetura urbana, designers, projetistas e arquitetos têm concentrado seus esforços em um único objetivo: criar ambientes na cidade que possam servir de inspiração, segurança, conforto e conexão com a natureza.


A reflexão feita por estes profissionais gira em torno da nossa necessidade natural por qualidade da vida e saúde, sem a necessidade de estabelecer estes espaços com obras de grande escala. Algumas ações urbanas já foram tomadas com o objetivo de trazer mais integração do pedestre com a cidade: Os parklets, que são áreas criadas em avenidas e ruas movimentadas para facilitar a circulação a pé e promover a integração das pessoas, como parques urbanos temporários. As ciclovias, jardins verticais urbanos e também, os Pocket Parks.


O espaço chamado de “Parque de Bolso”, em tradução livre, também como um miniparque, compacto e implantado em lotes urbanos sem uso, terrenos baldios e/ou áreas públicas remanescentes.


Os pocket parks existem há mais de 40 anos, quando sob invenção de Thomas Hoving, foi um propulsor da integração social em Nova York, quando foi utilizado como uma grande forma de integração entre as pessoas na época.


Na parte técnica, algumas exigências são feitas justamente para que os espaços urbanos possam ser chamados de Pocket Park: é necessário que haja elementos vegetais, diferentes pisos, como por exemplo, áreas secas, vegetais e se possível, molhada. Outra exigência é que o Pocket Park precisa dispor-se de lugares onde os pedestres possam se sentar.


Em vista dos níveis de estresse, ansiedade, pânico e vários outros sentimentos que dispararam em quantidade ao redor do mundo, podemos dizer que vamos precisar do alívio psicológico que estes espaços trazem.



0 comentário