• Anelise Campoi

A arquitetura sensorial e o papel da legislação no processo.

Espaços Acessíveis e Intuitivos


Esse post precisa começar com a frase genial de Denise Scott Brown: “A arquitetura não deve forçar as pessoas a se conectarem; ela pode apenas definir espaços, eliminar barreiras e fazer dos locais de encontro mais úteis e atraentes.” - Esse tipo de frase sintetiza a profissão do arquiteto em poucas palavras.


Essa afirmação é muito poderosa, porque engloba tanto as ações de projeto, como também as ações administrativas que envolvem a criação de um espaço inclusivo, acessível, sensorial e principalmente seguro.


Os espaços devem fazer parte de uma harmonia gerada por decoração, pintura, estrutura e administração. Mas de que adianta ter um projeto tão bem elaborado, inteligente e inclusivo, se ele não têm legalidade, segurança e respaldo técnico e legal para receber as pessoas com segurança? Antes de se apaixonar pelo projeto, é preciso entender quais são as documentações necessárias para o funcionamento correto e seguro de suas operações.


Por exemplo, na arquitetura hospitalar, existem diversas áreas que devem ser avaliadas antes de aprovar um projeto: Alvarás relacionados com incêndio, cuidados com o Meio Ambiente, licenças para operação de materiais de alta contaminação, descarte de resíduos e muito mais. Sem contar as leis de acessibilidade e inclusão!


Estes são alguns exemplos de unidades de Saúde espalhadas pelo Brasil que representam essa nova arquitetura sensorial, inclusiva e inovadora.


Hospital Albert Einstein - Unidade Avançada Perdizes

Hospital Regional de Caraguatatuba

Hospital e Maternidade Santa Maria






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