• Anelise Campoi

Como cidades podem ser mais inclusivas para mulheres!

Você se sentiu ameaçada hoje? A caminho do trabalho, atravessando a rua, parada em um semáforo, dentro de um veículo de transporte por aplicativo? No transporte público? O que a infraestrutura da sua cidade poderia oferecer que te faria se sentir mais segura?


Com o objetivo de transformar as cidades em lugares mais seguros para as mulheres, um escritório de Curitiba teve a brilhante ideia de criar o projeto chamado ci.da.de; substantivo feminino.




Informativos e adesivos foram colados pelos pontos mais povoados e frequentados da cidade de Curitiba para promover uma interação com os pedestres destas regiões e também de outras, que estão passando por ali para trabalhar ou exercer alguma outra atividade.


As idealizadoras e criadoras do projeto Fernanda Linero e Beatriz Teixeira utilizaram três temáticas-base para promover essas interações por meio de perguntas: mobilidade, gestão pública e morfologia urbana.


Além de trazer perguntas pertinentes ao público feminino, as idealizadoras do projeto não se prendem somente ao público em questão, ao contrário disso, pensam também na inclusão de um planejamento urbano que pensa nas crianças, idosos e pessoas com necessidades especiais. Em suas próprias palavras: "É bom pra todo mundo!"



A ação tem um poder tão grande que seus cartazes e lambe-lambes movimentam publicações na internet e comentários em vários blogs do segmento, o que fez a dupla criar um blog que reúne fotos com relação ao projeto que são tiradas pelos usuários e passantes na região onde se encontram as peças publicitárias.


O projeto tem uma iniciativa nobre e precisa de muito mais visibilidade e de muito mais amplitude. Por que se manter somente em Curitiba? Poderíamos estar falando de um projeto que já está em todas as grandes metrópoles brasileiras, e talvez um passo importante para esse acontecimento seja a exposição da iniciativa: Uma plataforma que pudesse alavancar e gerar mais visibilidade para o projeto em si, e foi justamente isso que os diretores do documentário 'Chega de Fiu Fiu no Sesc Paço da Liberdade' fizeram. Por meio de debates abordando a prática de violência de gênero e assédio nos espaços públicos.


O projeto envolveu também algumas estudantes em sua execução, e não poderíamos deixar de mencioná-las, certo? Então, um muito obrigada a Ana Lucia Ceccon, Anna Lins, Gabriela Martello e Juliana Rufino Ogrysko.




Precisamos de mais pessoas assim: que se atraem por uma meta e não desistem até conseguirem chegar lá. Nós temos certeza de que muitas mulheres passam por essas situações todos os dias e nem falam sobre isso com ninguém, talvez por acharem "normal" ou "cotidiano".


Nós aqui da Acampoi oferecemos total apoio a essa causa!

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